14.05.2026
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Quais os riscos jurídicos para os criadores de conteúdo?

A creator economy brasileira já movimenta cifras que superam todo o mercado nacional de Venture Capital, com a projeção audaciosa de saltar de R$ 5,4 bilhões para R$ 33 bilhões até 2034. 🚀

A área de Negócios Digitais do VBSO Advogados está focada em estruturar juridicamente um setor onde influenciadores, youtubers e podcasters deixaram de ser apenas entretenimento para se tornarem empresas, com marcas próprias e parcerias relevantes.

O crescimento acelerado deve-se a uma mudança profunda no consumo: o público confia cada vez mais em recomendações de formadores de opinião com quem se identifica, transformando a audiência em um ativo econômico central.

Nesse contexto, a sócia Renata Simon e a advogada Amanda Lourenço destacam que existe um descompasso crítico entre a velocidade da economia digital e a fragilidade das estruturas jurídicas atuais, consideradas “simplistas e ineficientes” para as demandas de um mercado bilionário.

O VBSO Advogados acredita que a profissionalização da creator economy exige atenção redobrada à proteção de imagem, gestão de propriedade intelectual, proteção contratual e um planejamento tributário sofisticado para lidar com receitas internacionais e modelos de monetização em escala.

“Profissionalizar a retaguarda jurídica é o passo obrigatório para garantir que a escalabilidade do negócio digital não seja freada pela insegurança legal ou tributária. Ativos baseados em audiência exigem conformidade com a LGPD, estruturação societária adequada e proteção patrimonial rigorosa”, afirma Renata Simon.

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