No VBSO Insights 2026, o sócio Diogo Olm Ferreira destacou que a Reforma Tributária impõe uma transformação estrutural na operação dos fundos de investimento, com o IBS e a CBS exigindo novos parâmetros de conformidade técnica para manter a eficiência fiscal.
O especialista alertou que o período de transição iniciado em 2026 servirá como um laboratório para a calibração de alíquotas pelo governo, demandando que gestores de FIIs, Fiagros e FIDCs revisem suas políticas de pulverização de cotas e negociação em mercado.
O sócio enfatizou que fundos que não se enquadrarem nos critérios de “não tributação” correm o risco de se tornarem anteparos na cadeia de créditos tributários, elevando o custo final de ativos e serviços, como aluguéis, o que torna a revisão das cláusulas contratuais e da estratégia de precificação uma prioridade imediata para mitigar perdas econômicas durante os sete anos de implementação do novo sistema.